Três pessoas foram presas na terça-feira (13) acusadas de se passarem por funcionários da Secretaria de Estado de Educação (Seduc) e oferecem vagas de emprego mediante taxa admissional de R$ 200. A apuração do golpe do “ falso emprego” começou em março desde ano, após identificação do líder da quadrilha.
Além das prisões, 7 mandados de busca e apreensão foram cumpridos na Operação Mamom, da Delegacia Especializada de Estelionato e Outras Fraudes de Cuiabá.
Vítimas relataram que o alvo principal participava de reunião e se apresentava com coordenador da Seduc, ele chagava com motorista, segurança e secretária, todos personagens falsos, e dizia que precisava recrutar pessoas.
Segundo o delegado Alexandre da Silva Nazareth, os suspeitos ofereciam falsas vagas de emprego em diversas áreas, como professores, monitores, segurança, bibliotecários, entre outros. Aproximadamente 50 pessoas foram vítimas do golpe.
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As vagas oferecidas eram em escolas estaduais da Capital e interior, já o falso exame admissional pelo qual as vítimas pagavam os R$ 200 era realizado em um laboratório de Cuiabá.
Com a identificação dos envolvidos, foi representando pelos mandados de busca e apreensão e de prisão contra os suspeitos, que foram deferidas pela Justiça e cumpridas na terça-feira (13). Durante as buscas foram apreendidos aparelhos celulares dos investigados, documentos pessoais das vítimas e suposta ficha de inscrição.
“Com a apreensão dos celulares e documentos será possível coletar novas e mais provas contra os investigados que poderão tornar a investigação mais robusta, assim como identificar outros envolvidos nos crimes”, disse o delegado.
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A decisão foi baseada em uma inspeção na Cadeia Pública Feminina de Cáceres, onde foi constatado que as detentas trabalhavam em uma oficina de costura sem receber remuneração.
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